Joaquim Passos – Treinador da ADC Correlhã
Jogo muito difícil, encontramos pela frente um Arcozelo muito bem organizado e com uma estratégia muito bem definida que nos causou muitas dificuldades. Foi uma primeira parte muito disputada, com as equipas muito encaixadas, sem dar grandes espaços uma à outra e por isso chegámos ao intervalo com uma igualdade a zero.Tentamos mudar para a segunda parte mas nunca fomos uma equipa confortável com bola, pouca inspiração no momento de criar, pouca mobilidade e pouco assertivos no último terço,faltou sempre alguma coisa para finalizarmos com sucesso as jogadas de ataque.Chegámos à vantagem através de um pontapé de canto mas pouco depois permitimos o golo do empate. Voltámos novamente à vantagem no jogo através de mais uma bola parada e já muito perto do final marcamos o terceiro golo numa altura em que o nosso adversário já estava reduzido a 9 unidades.Neste jogo não conseguimos estar ao nosso melhor nível,algum demérito da nossa parte mas é justo dizer que foi também por enorme mérito do Arcozelo.Parabenizar os meus jogadores por esta vitória porque onde faltou inspiração não faltou transpiração e muita entrega. Agradecer mais uma vez a presença e o apoio dos nossos adeptos.
Bruno Fernandes – Treinador da ACR Arcozelo
Queríamos no último jogo da primeira volta ganhar pontos e trabalhamos para isso. Apresentamos-nos como tem sido habitual, com muito carácter, identidade e processos bem definidos.
Foi um jogo que pautou pelo equilíbrio e acaba por ficar decidido em 2 bolas paradas, que apesar de ser um momento do jogo para o qual estamos preparados não estivemos ao nosso melhor nível.
Não existem vitórias morais, ganha quem faz mais golos e o futebol vive de golos e pontos, por isso dar os parabéns ao adversário.
Fica um sentimento de revolta e injustiça, mas temos que nos focar naquilo que podemos e conseguimos controlar, tudo resto não depende de nós.
Agora é continuar a trabalhar para uma segunda volta exigente, sabendo que dentro da nossa realidade, que não tem sido a mais fácil, continuar a enfrentar o jogo de uma forma positiva e procurar sempre jogar o jogo de igual para igual, seja quem for o adversário e independentemente das condicionantes que nos vão aparecendo e criando.
Sabemos que o jogo é vivido com intensidade, calor e paixão e por vezes mediante algumas circunstâncias há momentos irrefletidos, pontuais, mas que não rotulam individualmente ou colectivamente um grupo, uma equipa, como alguns querem e gostam de passar neste tipo de acontecimentos. Estes sim estão a mais no futebol distrital pela fraca promoção e divulgação de informação seletiva e de baixa imparcialidade relativamente a algumas instituições.
