César Crasto – treinador do Fornelos e Queijada
Segunda jornada da fase de apuramento de campeão. Tínhamos como claro objetivo continuar a boa fase da nossa equipa e somar mais três pontos. Pontos esses que valem ouro nesta fase! Entrámos em campo a saber que o segundo e terceiro classificado tinham pontuado um ponto cada….. o que nos dava a oportunidade de aumentar a distância para eles.
Do outro lado, sabíamos que teríamos um oponente que não tinha nada a perder e que nos ia dificultar ao máximo a nossa missão.
Quanto ao jogo, entrámos muito bem na partida assumindo claramente o jogo e criando duas boas ocasiões para marcar…. No entanto, não tivemos calma e tranquilidade para o fazer! Com um claro ascendente na partida…. Mas com muita ineficácia nossa, o nulo manteve-se até ao fim da primeira parte.
Ao intervalo passamos a mensagem a equipa que estávamos a fazer tudo bem…. Mas tínhamos de ser mais assertivos na finalização! Logo no reatar da segunda parte, inaugurámos o marcador(mais que justo) a equipa continuou a procurar mais, e nunca relaxamos nem nos acomodados com a vantagem!!! Fruto desse empenho, garra, vontade e atitude dos meus jogadores…conseguimos aumentar a vantagem para 2-0, fixando o resultado final…. em que na minha opinião, o resultado peca por escasso perante tudo o que os jogadores fizeram em campo!
Por último, nunca me cansarei de agradecer e elogiar todo o apoio e carinho dos sócios e simpatizantes do Fornelos e Queijada!
Deixo tambem um agradecimento muito especial, a todos os familiares e amigos dos meus atletas que marcam presença nos jogos da equipa (cada vez em maior número) porque o futebol é rico em emoção e felicidade….. e nada melhor que ver a volta do terreno de jogo aquelas pessoas que mais amamos!!!!!
Obrigado a todos!!!!!!🧡🖤
Eduardo Fernandes – treinador do Estrela de Monção
Em primeiro lugar, quero dar os parabéns ao nosso adversário. Foram superiores hoje, jogaram um futebol de grande qualidade e mereceram a vitória. No desporto, saber reconhecer o mérito de quem vence é o primeiro passo para nos tornarmos, nós próprios, vencedores.
Quanto aos meus jogadores, saio daqui com um orgulho imenso. Vi uma equipa que lutou até ao último segundo, que não virou a cara à luta e que honrou a nossa camisola com uma entrega total. Doeu? Claro que dói. Mas prefiro perder assim, a dar tudo, do que sem identidade.
Esta derrota não é o fim da nossa história; é uma lição valiosa. Vamos analisar o que falhou, aprender com a superioridade do adversário e usar essa frustração como combustível para os treinos de amanhã. O campeonato é uma maratona, não um sprint. Se mantivermos este espírito de sacrifício e esta união, o futuro reserva-nos grandes alegrias.
Cabeça erguida, porque o nosso caminho continua já no próximo jogo.
